quarta-feira, 14 de julho de 2010

Inicio da Próxima Aventura !!!!

O mundo mudou. Uma doce e fria paz imperou de modo confuso toda Tagmar.

Nossos Herois tomaram rumos diferentes.

As tavernas estão vazias.
Nas Catedrais não se vê mais fieis.
Os peixes nadam longe das margens.
As florestas parecem não acompanhar as estações.
Os soldados são estatuas de bronze.
As pessoas andarilhas em seus lares.
O vento não tem uma temperatura definida.
O mar não se altera e se mantem inconstante.
Os romances parecem não mais existir.
A saudade de dias antigos fora esquecida.
O amanhã é uma reprise do ontem.
O hoje é mais surpreendente do que o amanha.

Numa praça qualquer ao leste de Donathar, um Bardo e seu fiel Alaude declamam lentamente essa parábola.
Neste instante, os irmãos "Ceni", notam o estranho acumulo de pessoas em um só local, coisa ainda não vista - nem em tabernas - após o final da guerra contra o Elfo Negro. Esse fato os intriga. Raist., curioso em saber que núncio pudera cativar a atenção dos poucos vagantes que se encontravam na rua, se aproxima, e de maneira mágica, retrocede a cena desde o inicio da fala e dos acordes. Vendo nesta reprise de cena, nota que o Alaude é tomado em volta, por uma aura enegrecida, e de provável origem maligna e não estranha. As pessoas que são virtuadas a interagirem nas doces notas e intrigantes palavras no jovem bardo, são todos magos que tiveram seus poderes exauridos de alguma maneira.
Gilthanas nota um pequeno Grupo composto por; Um elfo (encapuzado) - que só pôde ser notado devido o conhecimento de Gil para com a raça -; Um anão com um grande machado de duas faces; Uma humana fortemente armada, e entre o grupo, um Leão solto, descansa ao lado. Eles parecem observar da mesma maneira o Bardo, intrigados pela cena.

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